Já dizia Aristóteles: “O homem, por natureza, deseja conhecer”
A frase de Aristóteles, encontrada no seu livro “Metafísica” diz respeito à atitude natural do homem de tender a conhecer as coisas que o circundam. Esse desejo de conhecer vai do simples conhecimento de coisas banais, como saber quem é alguém que passa do outro lado da rua, à coisas mais complexas como a origem do universo, as propriedades do ser ou fundamentos a priori.
É pelo ato de conhecer que se dá o conhecimento. Conhecer pressupõe familiarizar-se com um objeto de estudo. Nessa familiaridade o sujeito irá penetrar nas minúcias do objeto e assim julgar do mesmo, ou seja, dizer o que é e o que não é a respeito daquilo que ele está estudando. Por exemplo, se o indivíduo pega uma ACEROLA e quer conhecê-la ele irá analisar a ACEROLA como objeto de estudo. Deste modo ele formará juízos a respeito da acerola, como por exemplo, que ela é de determinada cor, que possui tais características por fora e por dentro, enfim, o Maximo de propriedades que ele possa abstrair do objeto.
O seu julgamento a respeito do objeto pode seguir diversas tendências segundo o que o sujeito acredita, Isto é, o que o individuo diz a respeito do objeto de estudo se encaixará em um dos tipos de conhecimento possíveis. Os tipos de conhecimento mais importantes na história são o mítico, o senso comum, o científico e o filosófico.

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